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Maná: 11 anos alimentando o mundo e a região

, 18 de dezembro de 2020 às 9h35

Da agricultura para a agricultura: assim nasceu a Comercial Agrícola Maná em dezembro de 2009. O nome Maná, que em hebraico significa o alimento diário provido ao povo durante uma longa peregrinação no deserto, não foi escolhido ao acaso, já que a empresa tem como missão principal alimentar o mundo, oferecendo ferramentas eficientes e seguras ao agricultor.

A paixão pelo agronegócio foi o pontapé inicial para o casal Henrique e Carla Telöken decidir abrir as portas da empresa, inicialmente pequena mas com uma vasta bagagem a explorar. Devido ao ótimo crescimento ano após ano, em 2014 a sociedade aumentou com a chegada de Carlos, irmão de Carla, que passou a fazer parte, assumindo a gestão financeira do negócio. Atualmente a empresa conta com uma equipe de 15 colaboradores e trabalha muito forte a sua gestão de RH, que preza pelas relações de trabalho saudáveis e enfatiza a valorização das pessoas como elemento essencial para o sucesso do negócio.

Em seu portfólio podemos encontrar culturas de milho, soja, trigo e pastagens, além da proteção de cultivos e insumos para a pecuária. Além disso, possui um sistema de logística com frota própria e extremamente focado em atender com agilidade as demandas dos clientes. Também possui uma equipe técnica altamente qualificada e em constante desenvolvimento, para poder proporcionar o acompanhamento de todo o processo produtivo junto aos agricultores.

Às margens da ERS 130, KM 76 em Arroio do Meio, a Comercial Agrícola atua na região do Vale do Taquari e abrange mais de 40 municípios, representando marcas sérias e comprometidas com a qualidade e a tecnologia tão necessárias para o fomento da agricultura. Alimentar um mundo em constante crescimento é o desafio diário da Maná, que está sempre em busca de inovação, principalmente no intuito de dividir as novidades com os seus produtores.

A Maná pode ser considerada pioneira em diversos projetos, dentre os quais citamos o Maná para Elas, cujo objetivo é levar valorização e informação de qualidade para a mulher do campo, que além de assumir tantos papeis, continua sendo, na maioria das vezes, o braço direito do marido dentro da propriedade agrícola. Além de outros projetos de cunho ambiental e social que ocorrem em paralelo, bem como a promoção de eventos para clientes, a empresa reúne anualmente cerca de 500 pessoas na sua tradicional Convenção Agrícola, que neste ano não aconteceu em virtude da pandemia.

A visão da empresa é que a tecnologia está revolucionando o campo, que está cada vez mais rápido e eficiente, tanto na produção quanto na gestão. Os agricultores percebem que as plataformas digitais proporcionam mais velocidade, inclusive já existem vários robôs de leite atuando na nossa região. Os tratores estão bem mais confortáveis e todo esse avanço contribui para que os jovens permaneçam no campo. Muitos deles estão voltando para casa e investindo para profissionalizar a parte técnica e a gestão da propriedade dos pais.

“Vemos ótimas oportunidades pela frente, num mundo que precisa cada vez mais de alimento. Tem muitas propriedades que podem potencializar a produção de alimentos em geral”, argumenta Henrique. “Os produtos agroecológicos estão crescendo muito, com mão de obra e tecnologias que geram bons resultados, inclusive sem o uso de agroquímicos. Estar no campo é ser dono de uma empresa. A propriedade que se organiza bem e tem uma boa gestão, pode ser muito rentável quando envolve um trabalho diário e próximo de suas famílias e da comunidade. Enquanto empresa, nós exigimos alta qualidade dos nossos fornecedores e treinamos nossa equipe para atender bem às demandas dos agricultores da região. Desta forma, podemos participar de decisões e investimentos importantes tanto em produtos que comercializamos, como nas propriedades dos clientes que atendemos, finaliza o diretor”.

Por Alan Dick