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Integrantes do Conselho Penal elegem nova diretoria para os próximos dois anos

, 9 de junho de 2013 às 10h00

Arroio do Meio – O Conselho da Comunidade de Execuções Penais da cidade contará com poucas mudanças na diretoria para o próximo biênio. A presidente Lourdes Zanatta Both foi mantida no cargo, assim como o tesoureiro Guinter Altmann. Entre as alterações, estão na vice-presidência e na secretaria da entidade: Gladis Saatkamp Lavarda e Karine Ely assumem os cargos, respectivamente.

Eles foram aclamados na reunião mensal da entidade, realizada nesta terça-feira, no Fórum de Arroio do Meio. Lourdes e Guinter se mantiveram no cargo por falta de interessados em assumir o trabalho voluntário.

No conselho deliberativo, ficaram: Ernani Arend; Cezinha Gerhardt Wollinger; Márcio Aurélio Forneck e Ilse Thomas. Para o conselho fiscal, os eleitos foram: Anelise Altmann, Asselo Frehlich; Elis Cristina Weizenmann Rempell; Cristian Eduardo da Costa; e Gomercindo Segundo Zambiasi.

A próxima reunião está marcada para o dia 2 de julho, na Câmara de Vereadores de Travesseiro.

Cuidado nas informações

Há duas semanas, durante reunião promovida pela Câmara de Vereadores entre Brigada Militar e comerciantes, foram levantadas suspeitas sobre o envolvimento de menores em furtos que têm acontecido no perímetro central da cidade. Entre as informações, estavam de que eram adolescentes da cidade.

O juiz da comarca arroio-meense contrapôs. “Isso não condiz com a realidade”, afirmou, durante a reunião da comunidade de execuções penais. Segundo ele, são pessoas do regime aberto de Lajeado que se deslocam para Arroio do Meio para cometer os furtos.

Aproveitam que a Brigada Militar conta com efetivo aquém do ideal para amedrontar os comerciantes locais. Estima-se que estes delitos são cometidos para manter o vício em drogas. Ao contrário da penitenciária arroio-meense, a estrutura de Lajeado está com ocupação acima da permitida.

Combate ao alcoolismo

O diretor do presídio de Arroio do Meio, Carlos Sandoval, mostrou preocupação com o índice de detentos do regime aberto que tiveram a regressão da pena. Por terem apenas de se apresentar no albergue no período noturno, Sandoval afirma que alguns dos detentos neste tipo de pena têm recorrido à embriaguez, descumprindo regras.

Em alguns casos, até provocam brigas entre os detentos. Para o administrador, seria necessário tentar internações para os presidiários alcoólatras, a fim de evitar a regressão de regime. Uma das ideias é tentar inserí-los nos programas dos Alcoólicos Anônimos.

Por daiane