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Obras

Região pressionará governo para execução de obra

, 15 de fevereiro de 2013 às 8h59

Vale do Taquari – A urgência de nova obra para suprir a demanda de energia na região foi um dos principais assuntos da reunião da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços do Vale do Taquari (CIC-VT), realizada no dia 7. O encontro ocorreu na sede da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) Lajeado e reuniu representantes de várias entidades empresariais da região, além de dirigentes de Venâncio Aires, pertencente ao Vale do Rio Pardo.

O cenário do setor elétrico regional foi apresentado pelo vice-presidente da Certel Energia, Irineu Henemann, que diante do atraso no cumprimento de metas de execução de obras de ampliação da capacidade de abastecimento de energia busca o apoio da entidade regional na interferência junto aos órgãos competentes. A CIC-VT decidiu pressionar a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), tendo em vista o risco real de falta de energia, prejudicando diversos setores da região.

Além da Aneel, responsável pela obra de transmissão, a CIC-VT também buscará apoio para agilizar a liberação de obras de geração de energia. O presidente da CIC-VT, Oreno Ardêmio Heineck, afirma que as tratativas serão feitas com a participação do Conselho de Desenvolvimento do Vale do Taquari (Codevat) e Associação dos Municípios do Vale do Taquari (Amvat), como forma de fortalecer o grupo na busca das soluções.

Segundo Henemann, as obras, já aprovadas, compreendem a construção de uma linha de transmissão de energia a partir de Garibaldi, numa extensão de 50 km, mais uma subestação de energia em Lajeado, a qual será aproveitada pela Certel Energia e AES Sul para desafogar o uso das subestações hoje em operação nos bairros Moinhos e Universitário, também em Lajeado.

O investimento, orçado em cerca de R$ 70 milhões, seria necessário para garantir o abastecimento regional daqui a quatro anos. “É uma obra urgente e que devido ao tempo de execução já deveria estar em andamento. Ela está aprovada, porém ainda foi licitada e não saiu do papel”, explicou Henemann.

Por daiane